Os 4 tipos de "não tô a procurar nada sério" e como decodificar
Todo mundo que fala essa frase quer dizer uma coisa diferente. Mapa completo das quatro versões que você encontra em 2026 e o que fazer com cada.
História da Inês, 23, Cais do Sodré: do match à primeira coabitação
A Inês deu match numa terça à noite, caminhou até ao Pensão Amor no sábado e catorze meses depois dividem a renda em Arroios. Mas isto não começou romântico.
Perfil honesto aos 55 anos: o que escrever e o que omitir
Aos 55, o perfil não é um curriculum. É uma janela. Escrever demais afasta, escrever de menos também. Há um meio-termo calmo.
Bandeiras vermelhas do primeiro encontro no circuito expat de Lisboa
Oito sinais específicos — não genéricos — que aparecem quando estás a conhecer alguém no circuito expat de Lisboa. Nem todos são dealbreakers, mas merecem reparo.
Surf-trip em Florianópolis: como flertar sem cringe na praia
Confesso: já passei um verão inteiro em Floripa sem conversar com ninguém na praia além do barraqueiro. E não por falta de oportunidade — por excesso de cringe ao tentar.
Viver em casas separadas depois dos 60: o LAT como escolha consciente
LAT — Living Apart Together. Duas casas, uma relação. Para quem já teve uma vida inteira, não é distância: é respiração.
Soft launch no Stories vs hard launch: a ciência de 2026
Uma foto de duas mãos segurando café. Uma foto com o rosto dele. Essa sequência virou linguagem própria em 2026 e tem regra clara de quando usar cada.
Jantar com os amigos dele no primeiro mês: os sinais a ler
Quando te apresentam aos amigos cedo, não é só gentileza. É um teste. E tu também estás a testar, goste ou não.
Helena, 57 anos, Lisboa: o reencontro num concerto na Gulbenkian
Helena tinha-se separado havia três anos. Uma tarde de novembro, o metro levou-a à Praça de Espanha, e a música levou-a de volta ao amor.
Trilha em Salvador da Bahia para nômades digitais que querem conhecer alguém
Quantos nômades digitais você acha que estão em Salvador hoje? Mais do que imagina — e quase todos se evitam. A trilha do Farol de Itapuã muda isso em uma manhã.
Reconhecer o «antigo eu» que regressa no primeiro encontro depois dos 50
Sentar-se à mesa com alguém novo depois dos 50 tem uma surpresa: uma versão antiga sua, que julgava desaparecida, volta a aparecer.